Como o próprio nome já diz, isso é um repost. Sempre que eu achar o blog meio parado, vou trazer algum post antigo, seja do Fangirling Artemys ou do Portal Caneca, portal de cultura pop que eu fazia parte. Hoje, revivo minha resenha do mangá MAGI: o labirinto da magia, em texto que escrevi para o Portal Caneca.
por Artemys Ichihara Jenkins
novembro de 2014
Todos nós conhecemos, ao menos um pouco, as histórias das Mil e Uma Noites. Seja pelo apelo que o nome "Ali Babá" (e seus quarenta ladrões) trazem à memória, às aventuras do marujo Sinbad ou, sendo mais direta, pela adaptação do conto de Aladdin feita pela Walt Disney Studios. De uma forma ou de outra, todos já tivemos algum tipo de contato com as fantásticas histórias narradas por Sherazade em Mil e Uma Noites.
Shinobu Ohtaka resolveu fazer sua adaptação também. Lançada em 2009, sob o título de Magi: The Labyrinth of Magic, a versão da mangaka narra as aventuras de Aladin em busca dos recipientes metálicos de djinn (gênios, em uma visão mais ocidentalizada) junto de um grande amigo. Durante suas viagens, Aladdin conhece o ambicioso Ali Babá, a escravizada Morgiana, e diversas pessoas de muitos lugares diferentes.



